Energia solar cresce 24,5% no Brasil Energia Limpa by Portal Meus Investimentos - 17 de janeiro de 2026 Descubra o impressionante crescimento da geração solar no Brasil, impulsionando a matriz elétrica nacional. Conteúdo Avanço da Geração Solar e Fontes Alternativas Análise do Consumo de Energia no Sistema Interligado Nacional Projeções de Expansão da Matriz Elétrica Brasileira Visão Geral Avanço da Geração Solar e Fontes Alternativas A geração solar demonstrou um avanço robusto de 24,5% em dezembro, comparado ao mesmo período do ano anterior, conforme notificação da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Este crescimento notável consolidou a energia solar como um pilar fundamental para a segurança energética do país. As usinas solares brasileiras alcançaram a marca impressionante de 4.862 MWmed de produção, superando os 3.904 MW médios registrados no ano anterior. Este desempenho é um indicativo claro da crescente adoção de fontes renováveis no panorama energético nacional, alinhando-se com tendências globais de sustentabilidade. Para mais informações sobre o setor, visite o Portal Energia Limpa. Em paralelo, outras fontes de geração de energia também apresentaram movimentações significativas. As usinas térmicas, por exemplo, expandiram sua produção em 25,1%, enquanto a energia eólica registrou um modesto aumento de 0,5%. Em contraste, as usinas hidrelétricas enfrentaram uma ligeira retração, com queda de 0,1% na geração de energia em relação a dezembro do ano anterior. No balanço geral do Sistema Interligado Nacional (SIN), houve um aumento agregado de 2,8% na geração total, atingindo 74.948 MW médios, evidenciando um sistema mais diversificado e resiliente. Análise do Consumo de Energia no Sistema Interligado Nacional O estudo da CCEE revelou que o consumo no SIN também acompanhou a tendência de alta, com um registro de 2,6% de crescimento em dezembro. Essa expansão foi impulsionada principalmente pelo Ambiente de Contratação Regulada (ACR), que avançou significativamente em 6,8%. Por outro lado, o Ambiente de Contratação Livre (ACL) apresentou uma contração de 3,2%, sugerindo uma mudança nos padrões de contratação de energia por grandes consumidores. A análise regional aponta disparidades importantes, com estados como Amapá (17,4%) e Rio Grande do Sul (12,4%) liderando os maiores crescimentos no consumo. A distribuição regional do consumo mostra uma dinâmica complexa no território nacional. Enquanto o Amapá, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Rio de Janeiro viram suas demandas crescerem expressivamente, Bahia, Tocantins e Rondônia enfrentaram as quedas mais acentuadas, com recuos de 6,7%, 6,1% e 6,7%, respectivamente. Em relação aos setores econômicos, as telecomunicações (18,1%) e o setor de veículos (11,9%) foram os que mais reduziram seu consumo. Em contrapartida, a extração de minerais metálicos (8,8%) e o setor de transporte (3,8%) demonstraram maior aquecimento na demanda por eletricidade. Projeções de Expansão da Matriz Elétrica Brasileira Olhando para o futuro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) projeta um aumento substancial de 9,1 GW na matriz elétrica brasileira para o ano de 2026. Esta estimativa representa um crescimento superior a 24% em relação aos 7,4 GW adicionados ao sistema elétrico em 2025. Em 1º de janeiro de 2025, a capacidade instalada de geração de energia elétrica do país já somava 215 GW, solidificando a infraestrutura existente. Estas previsões reforçam o compromisso do Brasil com a ampliação de sua capacidade de geração, mantendo o ritmo de crescimento necessário para atender à crescente demanda. A Aneel detalhou que, durante o ano passado, 136 usinas entraram em operação comercial, com as fontes renováveis assumindo a dianteira neste processo de expansão. Especificamente, foram instaladas 63 centrais solares fotovoltaicas (agregando 2,8 GW), 43 eólicas (1,8 GW) e 15 termelétricas (2,5 GW). A inclusão dessas novas capacidades, especialmente a solar, é crucial para garantir a sustentabilidade e a diversificação do suprimento energético, reduzindo a dependência de fontes hídricas em anos de baixa precipitação. O monitoramento dessas instalações é essencial para o planejamento futuro do setor elétrico. Visão Geral O panorama de geração solar e o desempenho geral do Sistema Interligado Nacional (SIN) em dezembro indicam uma transição energética contínua e acelerada no Brasil. O crescimento da capacidade instalada, com forte presença de energia solar e eólica, aponta para um futuro energético mais limpo e resiliente, apesar das flutuações regionais no consumo. A constante expansão projetada pela Aneel garante que o Brasil está investindo na infraestrutura necessária para suportar o desenvolvimento econômico. O acompanhamento de indicadores como os divulgados pela CCEE é vital para entender a saúde e a direção do setor energético, reforçando a importância do setor renovável. Veja tudo de ” Energia solar cresce 24,5% no Brasil ” em: Portal Energia Limpa. Compartilhe isso: Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook Clique para compartilhar no X(abre em nova janela) 18+ Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp Clique para compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram Mais Clique para compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela) LinkedIn Clique para compartilhar no Tumblr(abre em nova janela) Tumblr Clique para imprimir(abre em nova janela) Imprimir Relacionado